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Homens e mulheres conversando em salas de chat (bate-papo online). Quem é obrigado a oferecer o udhiyah (sacrifício)? Ser do sexo masculino é uma das condições?.

Homens e mulheres conversando em salas de chat (bate-papo online)
Sou uma irmã que, geralmente, entra no Paltalk e, então, vai para salas Islâmicas, de forma que eu ganhe certo conhecimento relacionado à nossa religião. Algumas vezes, enquanto estou em uma dessas salas Islâmicas no Paltalk, um muçulmano (procurando por uma esposa) na sala me pede para termos uma conversa escrita privada, e assim nos conheçamos. Algumas das suas perguntas para mim são: onde vivo, minha idade, se sou casada (a propósito: eu não sou casada), se planejo me casar, se vivo com meus pais, etc. Meu problema é, eu não sei se posso (Islamicamente) dar a um irmão não-mahram estes tipos de informações que estão relacionadas a mim.
Será que é realmente PECADO conversar com um irmão por escrito?

Todos os louvores são para Allah.

Não há nada de errado com uma Muçulmana fazer uso da internet e entrar no website do Paltalk para este propósito, desde que isso não leve a nada que seja proibido no Islam, tal como falar em particular com homens. Isso porque falar com homens pode levar ao chat (conversa privada) o que, geralmente, leva à tentação. Daí, é essencial ser estrito e evitar isso, buscando a satisfação de Allah e temendo Sua punição.

Quantas vezes essas conversas levam a maus resultados, e até mesmo ocasionaram as pessoas a se apaixonarem, e levaram alguns a fazer coisas que são ainda mais graves do que isso. O Shaytaan faz com que cada um deles imagine qualidades atraentes no outro, o que os leva a desenvolver um apego em detrimento de seu bem-estar espiritual e assuntos mundanos.

A shari'ah bloqueia todas as formas que podem levar à fitnah (tentação, provação), consequentemente, proíbe a suavidade da fala e não permite que um homem fique sozinho com uma mulher não-mahram. Sem dúvida, esses chats privados não são considerados como khulwah (privacidade entre um casal não-mahram) no sentido de que as pessoas envolvidas não podem se ver, mas eles são uma das maiores causas de fitnah, como bem se sabe.

O que aconteceu com você é o melhor testemunho da verdade do que estamos dizendo, porque é difícil para um homem fazer essas perguntas pessoais a uma mulher crente, a menos que ele use esses meios que estão sendo usados de forma errada.

Tema a Allah, e não fale com homens que não são maharim. Isto é mais seguro para o seu compromisso religioso e mais puro para o seu coração. Note que o casamento com um homem virtuoso é uma bênção de Allah, e uma bênção não pode ser adquirida por meio do pecado.

O shaikh Ibn Jibrin (que Allah o preserve) foi perguntado: Qual é o parecer sobre a correspondência entre homens e mulheres jovens, se esta correspondência estiver livre de imoralidade e amor?

Ele respondeu:

Não é permissível que alguém se corresponda com uma mulher que não seja sua mahram, por causa da fitnah (tentação) envolvida nisso. A pessoa pode pensar que não há fitnah, mas Shaytaan continuará lhe testando até que ele o tente. O Profeta (que a paz e as bênçãos de Allah estejam sobre ele) ordenou que aquele que ouviu o Dajjaal se afastasse dele, e ele disse que um homem pode aproximar-se dele como um crente, mas o Dajjaal continuará lhe tentando até que o desvie.

Correspondência entre jovens com mulheres jovens envolve uma grande quantidade de fitnah e perigo, então devemos ser evita-la, mesmo que o questionador diga que a correspondência está livre de imoralidade e amor.

De Fataawa al-Mar’ah, compilada por Muhammad al-Musnad, p. 96. 

Sem dúvidas, correspondência via salas de chats é mais perigosa do que a correspondência por carta, mas as duas são ruins.

E Allah sabe melhor.

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Quem é obrigado a oferecer o udhiyah (sacrifício)? Ser do sexo masculino é uma das condições?
Quem é obrigado a oferecer o udhiyah (sacrifício)? É admissível que uma dona de casa que tem uma renda ofereça o udhiyah?

Todos os louvores são para Allah.

Os estudiosos diferiram quanto ao veredito de oferecimento do udhiyah: é obrigatório, de modo que aquele que não o fizer estará pecando, ou é uma Sunnah confirmada, em cujo caso é makruh (detestável) não fazê-lo? A visão correta é que este é uma Sunnah confirmada (sunnah mu'akkadah). Isto foi discutido anteriormente na resposta à pergunta nº 36432

Para ser obrigatório ou Sunnah oferecer o udhiyah, estipula-se que aquele que o oferece deve ser independente financeiramente, ou seja, o preço do udhiyah é um excedente das suas necessidades e das necessidades daqueles a quem a pessoa sustenta. Se um muçulmano tem um salário mensal, e este salário lhe é suficiente, e ele tem dinheiro excedente que pode ser usado para pagar o preço do udhiyah, então, no seu caso, é prescrito para ele oferecer o udhiyah. 

O fato de que é estipulado que ele deve ser independente financeiramente é indicado pelas palavras do Profeta (que a paz e as bênçãos de Allah estejam sobre ele): "Quem quer que seja capaz financeiramente, mas não oferecer um sacrifício, que ele não chegue perto do nosso lugar de oração”. Narrado por Ibn Majah, 3123; classificado como hasan por al-Albani em Sahih Ibn Majah. O que se entende por ser capaz financeiramente é que deve ser independente financeiramente. 

O udhiyah é prescrito para os membros do agregado familiar, porque o Profeta (que a paz e as bênçãos de Allah estejam sobre ele) disse: "As pessoas de cada família devem oferecer um udhiyah a cada ano”. Narrado por Ahmad, 20207. Al-Hafiz Ibn Hajar disse em Fath al-Bari: O seu isnad é qawiy (forte). Foi classificado como hasan por al-Albani em Sahih Sunan Abi Dawud, 2788.

Não há diferença entre homens e mulheres a este respeito. Se uma mulher está vivendo por conta própria ou com seus filhos, então eles devem oferecer o udhiyah. 

É dito em al-Mawsu'ah al-Fiqhiyyah (5/81): 

Ser do sexo masculino não é uma condição de ser obrigatório ou sunnah a oferta do udhiyah; como é exigido dos homens, também é exigido das mulheres, porque a evidência deste ser obrigatório ou Sunnah se aplica a todos. 

Fim de citação. Veja: al-Majmu'ah al-Fiqhiyyah, 5 / 79-81 

E Allah sabe melhor.

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